
A deputada federal Delegada Katarina (PSD) fez, nesta quarta-feira, 15, um balanço dos três anos do seu mandato. Durante entrevista ao programa Mega Jornal, da Mega FM, a parlamentar destacou os recursos enviados a Sergipe, que já superam a marca dos R$ 220 milhões, e projetos de sua autoria relacionados à Segurança Pública e ao combate ao feminicídio. Katarina confirmou ainda que disputará a reeleição.
Ao comentar sua trajetória, a deputada afirmou que sua decisão de concorrer a um novo mandato está fundamentada no trabalho realizado até aqui. “Sempre fiz o melhor que eu pude em qualquer posição que ocupei. Jamais iria para uma reeleição se não tivesse trabalho a apresentar. Eu sei que tenho o que mostrar”, declarou.
A parlamentar ressaltou investimentos recentes feitos por seu mandato, à exemplo das emendas voltadas ao fortalecimento da agricultura e da pesca, incluindo a entrega de R$ 600 mil em equipamentos para colônias de pescadores e marisqueiras dos municípios de Amparo do São Francisco e São Cristóvão. “É um mandato proativo e diversificado, que atende a toda a sociedade, e não apenas a uma categoria”, disse.
Na área da Segurança Pública, Katarina afirmou ter sido a deputada federal que mais destinou recursos para o setor, com cerca de R$ 12 milhões investidos. Os recursos contemplaram as polícias Civil e Militar, a perícia e ações de combate à violência contra a mulher.
Três eixos
Segundo Katarina, seu mandato é estruturado em três eixos principais: segurança pública, geração de emprego e renda e defesa de grupos vulneráveis. “Meus passos na Câmara são baseados nesses eixos, assim como meus projetos e participação nas comissões”, explicou.
Sobre o combate ao feminicídio, a parlamentar avaliou que o Brasil possui um arcabouço legislativo robusto, mas que ainda há falhas na aplicação das leis. Ela citou a Lei Maria da Penha e a tipificação do feminicídio como crime autônomo, com penas mais severas, e defendeu um olhar mais atento sobre a efetividade dessas normas.
Neste sentido, Delegada Katarina é autora de um requerimento que propõe a realização de diligências nos estados por uma comissão da Câmara, com o objetivo de compreender melhor as realidades locais e aprimorar as políticas de enfrentamento à violência contra a mulher.





