Eduardo Amorim: Sergipe não possui rodovias estaduais duplicadas e o DER está sucateado

Atento às necessidades da população e à realidade da infraestrutura do estado, o pré-candidato ao Senado Federal e médico anestesiologista do SUS, Eduardo Amorim (Republicanos), denuncia a situação das estradas sergipanas e o abandono do Departamento Estadual de Infraestrutura Rodoviária de Sergipe (DER/SE), trazendo à tona uma questão extremamente relevante para a segurança e o desenvolvimento do estado.

Conforme destacado por Eduardo, Sergipe segue atrasado na área de mobilidade e logística, sem contar sequer com rodovias estaduais duplicadas, o que compromete a segurança dos motoristas, a fluidez do trânsito e o desenvolvimento econômico e regional. “Estamos em um dos poucos estados desta nação que, em pleno século XXI, não proporciona ao seu povo nenhuma rodovia estadual duplicada”, critica.

Ele frisa como este cenário prejudica o estado economicamente. “No campo da produção agrícola, somos referência no forte cultivo de frutas e da cana-de-açúcar; sem deixar de citar a produção de milho, que representa cerca de 37% do valor agrícola estadual. Os resultados poderiam ser outros, mais positivos e gerando mais empregos, caso houvesse interesse por parte dos governantes em melhorar a logística como um todo, a começar pela melhoria estrutural do Departamento de Estradas de Rodagem (DER)”, lamenta Eduardo Amorim.

O pré-candidato também chamou atenção para o aumento no fluxo de veículos esperado nos próximos dias, em razão das festividades juninas realizadas em diversas cidades sergipanas. Segundo ele, o período acende um alerta ainda maior para a precariedade das rodovias estaduais.

“Sergipe iniciou oficialmente os nossos festejos juninos e este é mais um ponto preocupante. Estradas em condições ruins e/ou não duplicadas, contribuem para aumentar significativamente os riscos e a gravidade dos acidentes de trânsito. Sergipe precisa duplicar suas vias expressas estaduais. Se desejamos proporcionar mais progresso para a nossa economia e mais segurança para condutores de automóveis e pedestres, a primeira medida é reparar em curto prazo este erro, sobretudo revitalizando o DER”, completa.

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