Jornalismo sergipano perde André Barros, referência no rádio e na TV

André Barros faleceu em Salvador, capital da Bahia, onde estava em tratamento de saúde. A notícia de sua morte causou comoção entre colegas de imprensa, ouvintes, amigos e admiradores. Até o momento, não foram divulgadas as causas do falecimento nem informações sobre o velório e sepultamento. A expectativa é de que entidades ligadas à comunicação, como o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Sergipe, emitam nota oficial em breve.

O jornalismo de Sergipe amanheceu de luto nesta terça-feira (17) com a notícia da morte do jornalista André Barros. Com mais de quatro décadas de atuação na comunicação, André foi uma das vozes mais reconhecidas do rádio sergipano e deixou sua marca também na televisão, sempre com um estilo direto, ético e voltado à informação de interesse público.

Nascido em Aracaju, André Barros começou sua trajetória profissional ainda na década de 1980. Ao longo da carreira, passou por grandes emissoras nacionais, como a TV Manchete e a TV Globo, em Brasília e no Rio de Janeiro. De volta a Sergipe, consolidou sua presença no rádio, especialmente como âncora da Transamérica FM 90,5, onde comandou programas jornalísticos, entrevistas e debates que ganharam audiência pela abordagem acessível e pela firmeza com que tratava os temas do cotidiano.

Além da voz marcante e da postura equilibrada no ar, André era admirado pela capacidade de traduzir questões complexas da política, economia e sociedade para a linguagem simples do povo. Em 2023, passou a apresentar, ao lado da jornalista Priscila Andrade, a segunda edição do Transamérica Notícias, programa que o consagrou como uma referência ainda mais forte no noticiário local. Nos bastidores, era reconhecido pelo companheirismo, profissionalismo e pelo olhar atento à realidade sergipana.

André Barros deixa um legado de compromisso com a verdade, sensibilidade com os temas sociais e respeito ao ofício de informar. Sua ausência será sentida não apenas pelos que fizeram parte de sua trajetória profissional, mas por todos que, diariamente, encontravam em sua voz uma fonte confiável de informação e reflexão.

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