Incomodados com crescimento André Moura, adversários disseminam mentiras

A mais nova cartada da política rasteira tenta transformar ilações em espetáculo para tumultuar o cenário eleitoral na reta final da campanha pelo Senado nesta terra de muro baixo. Ao contrário do que a boataria apressada e interessada tentou vender nas últimas horas, não houve qualquer bloqueio de bens contra André Moura.

O que se assiste, às vésperas do pleito, é mais um capítulo da batida tática de tentar ganhar no grito o que se teme perder nas urnas. Incluir o nome de um ator político central num procedimento sem que ele tenha sido sequer citado ou notificado não é busca por justiça, é munição encomendada para o marketing dos adversários.

A engenharia dessa manobra beira o ridículo ao ignorar o óbvio: a atuação de André Moura na Secretaria em questão era de articulação estritamente política. Ordenar despesas, assinar contratos ou autorizar pagamentos jamais fez parte de suas atribuições, atos esses que, como o próprio Ministério Público reconhece, couberam à burocracia administrativa do setor responsável.

Mas para quem precisa desviar o foco do debate propositivo fica o alerta, o eleitor não é ingênuo. A tentativa de transformar uma mera medida cautelar em pré-condenação pública tem endereço certo e natimorto: confundir a cabeça da população na reta final da campanha.

Este colunista fez o que se espera do jornalismo profissional, apurou os fatos para reportá-los de maneira fidedigna.

André Moura já deixou evidente que não teme investigação alguma e confia nas instituições, mas o que está em jogo aqui não é o rigor da lei, e sim o desespero eleitoral daqueles que preferem o tapetão à soberania do voto. Querem debate de bastidor e factóide. O povo, no entanto, segue interessado em propostas.

Jornalista Cláudio Nunes

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